domingo, 28 de junho de 2015

GIOVANNI AUGUSTO, GUILHERME, LEANDRO DONIZETE, LUCAS PRATTO E MARCOS ROCHA: DESMANCHE NO GALO!

Na parte de cima da tabela e com chances reais de se sagrar, novamente, campeão brasileiro, parece que a diretoria atleticana está fazendo de tudo para que isso não aconteça. Faz algum tempo que, por questões laborais, não escrevo neste espaço, contudo, continuo a observar - e estudar - o Galão da Massa, e, estou certo: nem tudo está tão bem quanto parece pelos lados alvinegros.

Ainda que a diretoria desminta, os salários não estão em dia, e, é claro que isso acaba por, mais cedo ou mais tarde, interferir nos resultados em campo; alguns jogadores, como Guilherme e Leandro Donizete, estão relegados aos ostracismo e, embora a torcida sempre peça, quase nunca entram em campo e, para completar a situação, as propostas por jogadores estão chegando e, não há dúvidas, o dinheiro sempre seduz qualquer dirigente.

Para se ganhar o Campeonato Brasileiro, não há mágica, é necessário que se tenha um bom elenco e, convenhamos, com Patric, Maicosuel e seus amigos dificilmente seremos campeões nacionais. As propostas por Guilherme e Giovanni Augusto parecem ser quase irrecusáveis, sendo que o camisa 10, pelo que consta, já foi liberado pela diretoria alvinegra.

Lucas Pratto teve duas propostas negadas, mas, não sei se a diretoria aguentaria mais uma boa investida. Leandro Donizete já parece carta fora do baralho do Levir, com a sua saída sendo, pelo que vejo, apenas uma questão de tempo. Marcos Rocha, peça fundamental ao time atleticano, recupera-se de uma lesão e, em breve, voltará aos campos, mas, com tantas propostas do exterior, será que a diretoria resistiria a tanta tentação.

E, para completar, ainda tem a velha dívida com o grêmio, referente à contratação do Víctor. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos, nas esperança de que uma luz brilhe nas mentes gloriosas e Levir e Daniel Nepomuceno, para que ambos percebam que apenas com um elenco forte e sem desmanches, mas, com boas contratações e saúde financeira em dia é que se ganha campeonatos, como fizemos nos anos anteriores. Eu tenho dito e ACREDITO! 

domingo, 14 de junho de 2015

NÃO EXISTE LÓGICA NO GALO DO LEVIR

É verdade que o técnico não deve seguir piamente o que pensa o torcedor, afinal, é a sua cabeça que está em jogo, ainda mais no Brasil, onde ao menor sinal de perigo o técnico é demitido. Mas, convenhamos, é preciso que, para se ter uma grande ignorância, a que os técnicos chamam de convicção, haja também uma lógica aplicada; e, essa lógica - ou coerência, como chamam alguns - não existe no Galo.


Quanto ao setor defensivo ( entenda-se: Víctor, Patric, Jemerson, Leonardo Silva, Douglas Santos e Rafael carioca), não há muito o que reclamar. É bem verdade que os erros individuais têm acontecido; mas, vejo-os como consequência da sobrecarga a que é submetida a defesa atleticana. Jogamos com as linhas avançadas, sendo que o nosso arqueiro, muitas vezes, faz o papel de líbero, como faz, brilhantemente, o goleiro alemão. Esse esquema funciona bem, quando o time está inteiro, com todos os jogadores TITULARES em campo, principalmente, o Marcos Rocha... O Patric é um bom reserva; e tão somente isso.

Quando o Bernard ainda estava no Atlético, a recomposição defensiva acontecia com qualidade. O Luan tenta - e consegue - realizar esta função, mas, também se sobrecarrega, haja vista que o Thiago Ribeiro não possui tal característica e o Carlos não consegue realizar as funções de atacar e recompor a defesa, acabando por não realizar nenhuma das funções com a qualidade desejada. Com isso, as alas alvinegras não apoiam o ataque como deveriam, assim como não protegem as subidas dos laterais, o que explica alguns dos erros cometidos por Patric, que, diga-se de passagem, andou com excesso de confiança em algumas partidas. E isso não lhe cai bem.

No meio-campo, O Giovani Augusto ainda não conseguiu se encontrar. É sem, sombra de dúvidas, um jogador de qualidade, mas não tem a maestria do Guilherme, nem a raça do Leandro Donizete; ficando, assim, vagando pela meiúca, sem saber o que fazer. O Dátolo, vestindo a camisa 10, não faz jus ao número, além de não dar a força necessária ao setor defensivo atleticano. E, desse jeito, com um esquema ofensivo, mas, sem o poderio necessário, Lucas Pratto fica isolado no ataque, vendo a torcida sofres com as burrices do Levir.

Deu numa rádio, na tarde deste domingo, que o técnico alvinegro não mudará o esquema para a próxima partida. Queira Deus que o time vença o Flamengo, na casa do adversário; caso contrário, a sua saída será praticamente certa. Eu, se fosse o Levir, entraria em campo com Víctor, Patric (A espera do Rocha), Leonardo Silva, Jemerson e Douglas Santos; Leandro Donizete e Rafael carioca; Guilherme, Luan (caso esteja recuperado), Thiago Ribeiro e Pratto. Mas, isso seriam outros quinhentos. Por enquanto, apenas Acredito e Tenho Dito!


quinta-feira, 11 de junho de 2015

O GALO DO LEVIR

Até o  fatídico clássico contra o Cruzeiro, o Galo era considerado, por muitos, como o melhor time brasileiro deste ano, assim como fora considerado também o Corinthians algum tempo antes. Todos os jogadores eram de qualidade, formando um grupo equilibrado, com capacidade suficiente para se sagrar campeão brasileiro. Após a inesperada derrota no clássico, alguns jogadores deixaram de ser tão bons como pareciam e o time já não era dono de tantas qualidades; sem contar o técnico Levir, que voltara a ser o burro de antes, agora, sem sorte. 

Ainda que já não houvesse a confiança de outros tempos, restava a esperança de que o time se reerguesse contra o Santos, voltando a ser o Alvinegro das partidas iniciais, rumando, novamente, ao tão sonhado título do Brasileiro. E, novamente, veio-nos outra decepção: desta vez, um empate sofrido contra o Santos, sem Robinho, em pleno Independência, contando com um gol contra do ex-atleticano Werley. E, de novo, a irritante pulguinha entoca-se detrás das orelhas alvinegras: será o Galo apenas um arremedo dos times de 2013 e 2014?

Surgem as especulações sobre um possível desmanche no Atlético; com o Leandro Donizete sendo bancado no Coritiba, o Maicossuel  sendo ventilado no exterior, a incerteza sobre o futuro do Rafael Carioca e a eterna possibilidade de Marcos Rocha deixar a Cidade do Galo. E, assim, vão-se as rodadas, com a Massa sofrendo com as inconstâncias do Atlético e as ignorâncias do Levir, a um só tempo, amado e odiado pela torcida.

Não acredito que o time seja ruim e, conforme disse em textos anteriores, creio na capacidade que o elenco possui em faturar o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil; mas, está claro, o Atlético não pode continuar como está. Não é aceitável que o time jogue com apenas um volante de contenção, que nem mesmo é um pegador. Convenhamos, Rafael Carioca é um segundo volante, com boa saída de bola, mas sem os verdadeiros cacoetes de Donizete ou Pierre (o saudoso Pitbul).   

Também não se há de aceitar que um time que tenha a pretensão de ser campeão jogue sem um armador de ofício, o tão decantado camisa 10. O Alvinegro joga com Thiago (ou Carlos), Luan (Machucado) e Lucas Pratto no ataque, enquanto o Dátolo, um segundo volante, cumpre as funções do armador... com o Guilherme, um exímio camisa 10, no banco de reservas. Perde-se na criação, no sentido mais puro da palavra, e perde-se no poder defensivo, sobrecarregando os dois alas, conforme se pode ver nos jogos anteriores.

O Santos não fez uma boa partida, assim como o Cruzeiro não foi magistral no clássico mineiro; mas, ambos aproveitaram-se da fragilidade ofensiva do Galo, pegando a defesa totalmente desarrumada. Enquanto isso, os times que estão na parte de cima vão se distanciando e os que estão embaixo aproximam-se. Então, que o Levir volte com o Donizete e ponha o Guilherme na armação. caso contrário, que saia o Levir e volte o Alvinegro de 2013 e 2015. Eu tenho dito e Acredito!